E quando a noite vem…
A cama parece ter espinhos, o cérebro não desliga e o dia seguinte começa em guerra. Insônia raramente é só sobre dormir.
Há dias que ela não “prega os olhos”. A cama parece ter espinhos; fica rolando de um lado pro outro enquanto o cérebro repassa o que foi dito, o que não foi, o que pode dar errado amanhã.
Dormiu pouco, e mal. Já nem lembra o que é sonhar. O humor acorda insuportável, e brigar virou a primeira tarefa do dia. As pessoas que ela ama estão se afastando. E isso dói mais que o cansaço.
Insônia e ansiedade quase sempre andam juntas. A insônia raramente é o problema: é o sintoma. Por baixo dela costuma morar uma mente em alerta constante, alimentada por aquela preocupação que ensaia a tragédia antes da hora, e sustentada por experiências que o corpo ainda não entendeu que acabaram.
O desejo dela é sair dessa situação. O primeiro passo não é um chá nem um aplicativo de meditação: é entender o que mantém o alarme ligado e tratar isso na raiz.
Como funciona a terapia
Continue por aqui
Todos os artigos da Maria Lima